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O mindset é tudo? Enfrentar medos & aprender com os erros de forma efetiva

7 de out.
3 min de leitura

Atualizado: 15 de out.

Outubro abre uma nova fase de educação para a saúde feminina.

Uma fase em que quero ir mais fundo nas fundações que sustentam a nossa saúde, a nossa capacidade de adaptação e a forma como atravessamos esta segunda metade da vida.

Porque podemos saber tudo sobre alimentação, exercício, sono e hormonas.

Mas se não trabalharmos aquilo que acontece entre os nossos pensamentos, as nossas emoções e as nossas escolhas, continuamos a tentar construir uma casa sem cuidar dos alicerces.



O mindset é tudo?

Talvez não seja literalmente tudo.

Mas é uma parte muito maior da nossa saúde do que muitas vezes queremos reconhecer.

A forma como interpretamos aquilo que nos acontece influencia a forma como reagimos, as decisões que tomamos, os comportamentos que repetimos e até a relação que construímos com o nosso próprio corpo.

E isto não significa pensar positivo o tempo inteiro.

Não significa ignorar problemas.

Não significa fingir que está tudo bem quando não está.

Significa desenvolver a capacidade de olhar para aquilo que acontece e perguntar:

O que posso fazer com isto?

É uma pergunta simples.

Mas pode mudar muita coisa.


Os nossos medos podem encolher; e com isso nós podemos crescer!



Uma das formas de construir um mindset mais forte é aprendermos a enfrentar, gradualmente, aquilo que nos assusta.

Porque, muitas vezes, o medo cresce quando o evitamos.

Mas quando nos aproximamos dele com consciência, informação e estratégia, podemos descobrir que aquilo que parecia enorme talvez seja mais pequeno do que imaginávamos.

E mesmo quando o medo não desaparece, podemos tornar-nos maiores do que ele.


Quando enfrentamos os nossos medos, eles podem mesmo encolher. E nós , sem a menor das dúvidas , podemos mesmo crescer!


Isto aplica-se a tantas áreas da vida.


A uma conversa que adiámos.

A um limite que nunca conseguimos impor.

A uma mudança que sabemos ser necessária.

A um erro que continuamos a carregar.

A uma decisão que temos medo de tomar.

Não precisamos de enfrentar tudo de uma vez.

Precisamos de começar a treinar o cérebro para perceber que somos capazes de lidar com aquilo que acontece.


Aprender com os erros em vez de viver dentro deles!


Errar faz parte da experiência humana.

Mas existe uma diferença enorme entre aprender com um erro e ficar emocionalmente presa a ele.


Podemos perguntar:

O que aconteceu?

O que estava sob o meu controlo?

O que não estava?

O que faria de forma diferente?

O que posso aprender daqui?

E depois seguir.

Isto não significa desvalorizar o que aconteceu.

Significa não transformar um acontecimento numa identidade.


Eu cometi um erro não é o mesmo que eu sou um erro.

A mesma lógica pode ser aplicada à frustração.

Nem tudo vai correr como queremos.

Nem todas as pessoas vão corresponder às nossas expectativas.

Nem todos os planos vão resultar.


A capacidade de lidar com a frustração com mais calma, procurar soluções e ajustar a rota é uma competência que também se treina.


 E é por isso que este será o novo caminho do RITMO.


Menos obsessão com corrigir. Mais capacidade para compreender.

Menos luta contra o corpo.

Mais aprendizagem para trabalhar com ele.

Mais conhecimento.

Mais consciência.

Mais autonomia.

Mais ferramentas para construir uma vida que faça sentido — não apenas aos 40, 60 ou 80, mas para chegar lá com saúde, capacidade, identidade e espaço para viver com qualidade.

Porque longevidade não é apenas viver mais.

É também como queremos viver esses anos.


Até para a semana!

Sempre no Ritmo Certo!

 
 
 

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