5 Ferramentas para estimular o Metabolismo
- Teresa Radamanto
- 12 de ago.
- 2 min de leitura
Durante a Perimenopausa acontecem alterações hormonais que influenciam diretamente a forma como o corpo utiliza energia, armazena gordura e regula o açúcar no sangue.
Os estrogénios desempenham um papel importante na sensibilidade à insulina.
Ajudam o corpo a responder melhor à glicose.
Ajudam a proteger a massa muscular.
E ajudam também a regular a forma como armazenamos gordura.
Quando estes níveis começam a flutuar, o metabolismo torna-se mais sensível a fatores que antes talvez passassem despercebidos.
E é por isso que muitas mulheres sentem que o corpo mudou sem terem mudado radicalmente aquilo que fazem.
Mas existe outra questão importante.
Tudo influencia a forma como o corpo gere energia.
É por isso que falar de metabolismo e pensar apenas em calorias é demasiado simplista.
Por isso, quando uma mulher me diz:
"Faço tudo igual e continuo a ganhar peso."
A minha primeira pergunta raramente é sobre calorias.
A minha primeira pergunta costuma ser:
Como está o teu sono?
Como está o teu stress?
Como está a tua energia?
Como está a tua alimentação ao longo do dia?
REPARA, o metabolismo não vive isolado.
O metabolismo responde ao ambiente em que o corpo vive.

5 FERRAMENTAS ESTRATÉGICAS:
A primeira é a proteína.
Depois dos 40 anos, preservar massa muscular torna-se uma prioridade.
A massa muscular é metabolicamente ativa.
Ajuda-nos a utilizar melhor a glicose.
Ajuda-nos a manter força, funcionalidade e independência ao longo dos anos.
A segunda é o treino de força/resistência.
Não para construir um corpo perfeito.
Mas para construir um corpo resiliente.
Um corpo capaz de envelhecer com mais saúde.
A terceira é caminhar.
Algo tão simples que muitas vezes é ignorado.
Mas que tem um impacto extraordinário na regulação da glicemia, na sensibilidade à insulina e até na gestão do stress.
A quarta é o sono.
Porque não existe metabolismo saudável num corpo exausto.
Dormir mal altera hormonas da fome.
Aumenta o desejo por alimentos mais energéticos.
Aumenta o cortisol.
E dificulta a recuperação.
E isso leva-nos à 5a e última.
Comer o suficiente.
Sim, ouviram bem.
Comer o suficiente.
Muitas mulheres passam anos a tentar comer cada vez menos.
A restringir.
A compensar.
A recomeçar dietas.
E muitas vezes acabam por viver num ciclo de privação e compensação que apenas aumenta a dificuldade em criar consistência.
E aqui chegamos a uma conclusão muito importante:
Perder gordura depois dos 40 não é um problema de falta de informação.
É um problema de falta de estratégia e falta de consistência.
Isto não significa que estejas a fazer algo errado.
Significa apenas que o corpo mudou.
E quando o corpo muda, as estratégias também precisam de mudar!
Lembra-te:
Não precisas de fazer tudo de uma vez.
Precisas apenas de encontrar o ritmo certo … o teu!



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